sábado, 3 de setembro de 2016

A mala de Hana - Karen Levine

Ingredientes:

1- Tóquio, Japão;
2- Nove Mesto, Tchecoslováquia;
3- Theresienstadt e Auschwitz;
4- Toronto, Canadá

Modo de Fazer:

Fumiko Ishioka inicia uma busca a respeito da história da dona de uma mala exposta em seu museu em Tóquio. Na pequena mala está escrito Hana Brady; uma data de nascimento: 16 de maio de 1931; e a palavra: waisenkind, que quer dizer órfã. O museu é a respeito da II Guerra Mundial e sabe-se que Hana era uma criança judia.

A família Brady é de Nove Mesto, cidade bem pequena que tinha poucos judeus. Na época de Hitler e do avanço nazizta a restrição ao povo judeu era irrestrita. A mãe e o pai foram separados de Hana e seu irmão, George, e logo em seguida as crianças foram encaminhadas para um gueto chamado Theresienstadt. Lá foram separados por sexo e forçados a trabalhar de acordo com a necessidade dos alemães. Ambos foram encaminhados para Auschwitz.

O livro acaba com uma descoberta de um membro da família em Toronto, no Canadá. Com isso, alguns detalhes antes da guerra e algumas fotos puderam ser divulgadas.

O trabalho de Fumiko no Japão e também de Levine com esse livro é não deixar a memória das atrocidades do holocausto desaparecerem, e também para que isso não se repita jamais. Além disso, ver que entre tantas barbaridades, maldades e tristezas, há também chamas de esperança e algumas malas que estão por aí, viajando pelo mundo e mostrando que um dia valeu a pena viver!

0 comentários:

Postar um comentário