sábado, 7 de outubro de 2017

Petiscos - Jujuba!!!


O melhor em festa de criança são as mesas de balas e doces. Por sinal, as balas de jujuba não podem faltar. Está aí uma famosa atemporal! Desde pequena gostavada de laranja apesar da vermelha ser a paixão nacional. Dizem algumas pessoas que todas são iguais e não há diferença, desculpem-me os paladares diferentes, mas há sim! E ainda podemos fazer mistura de sabores!

Será que conseguimos alguém nesse mundo que come uma apenas e para por aí. Não tem como, para mim é a pipoca em sua versão bala. 

Os mais criativos fazem árvores, bolos, bichinhos e festas decorativas inteiras com as tais balas. Mais criativos ainda sáo as derivadas desse petisco. Há uma versão azedinha, outra molenga, uma mais dura com formatos diferentes e tantas, tantas outras, que fica difícil exemplificar por aqui.

Agora bateu a vontade! Já estou olhando na agenda a próxima festa de aniversário para "atacar" a mesa de doces e disputar pela laranja.

Virgínia Pellegrinelli 
07/10/2017

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Sobremesa - Heidi


Ingredientes:

1- Montanhas;
2- Mansão;
3- Amor;
4- Amizade.

Modo de fazer:

Heide é uma órfã que vai morar com o avô, ranzinza, no alto dos Alpes Suíços. Com amor e simplicidade, a garota conquista o carinho do avô e faz amizade com o pequeno pastor de ovelhas, Pedro, e toda a sua família. No entanto, surge a oportunidade da menina trabalhar como acompanhante de uma menina, cadeirante, Clara, que mora em uma mansão em Frankfurt. Superando o choque de realidade, Heide leva para Clara um pouco de sua felicidade e liberdade. Porém, algo não se completa e as amigas terão que tomar decisões difíceis.

Quando pequena eu li o livro Heide e me apaixonei pela história. Fizemos na escola um teatrinho sobre o livro, eu me lembro de ser a avó do Pedro. Inesquecível. O filme me fez reviver essas lembranças felizes. Pelo que eu me lembro, a história ficou bem fiel. 

O filme é alemão e eu acabei preferindo assistir dublado em português. É mais um "água com açúcar" que se torna um escape na nossa realidade. Um clássico da literatura, um presente para todos nós!

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Petiscos - Davi e Golias


Uma passagem muito famosa na Bíblia é quando o menino Davi, simples pastor de ovelhas, derrota o gigante Golias com apenas uma atiradeira. Para Davi que confiava no Senhor de todo o coração o impossível se fez acontecer. Precisa-se lembrar de que o gigante era filisteu e desafiou diversas vezes os israelitas. Davi, um menino que estava no local de guerra a pedido do pai para levar comida a seus irmãos e ter notícias, lutou em nome de Jesus.

Eu fico me perguntando quantos Golias enfrentamos na vida. Pessoas que se tornam gigantes por ameaças. Davi, com nós, não temos forças nem armas para enfrentar tais maldades. No entanto, Davi foi e enfrentou em nome de Jesus. É Ele que nos capacita e faz em nossa vida verdadeiros milagres.

Enfrentamentos familiares, na vizinhança, no emprego e em diversos lugares. São os gigantes em nossas vidas. O que nos falta para acertarmos uma simples pedra e acabar com a dor? Fé. Nada se explica nem se transforma, apenas Deus é o que é. 

E assim vencemos as batalhas apenas crendo...

Virgínia Pellegrinelli 
03/10/2017

domingo, 1 de outubro de 2017

360 dias de sucesso - Thalita Rebouças

Mais um livro da Thalita. Nossos adolescentes estão bem representados...

Ingredientes:

1- Banda de garagem;
2- Oportunidades;
3- Sucesso;
4- Discussões;
5- Escolhas.

Modo de fazer:

Gualter nos conta história de uma banda que ele fez parte na adolescência com os amigos Pedro, Theo, Pá e Mari. Um conjunto musical que se juntou numa garagem para fazer um som e de repente faz um sucesso meteoro e se vê, em menos de um ano, se desfazendo com cada um seguindo seu rumo. Foram 360 dias de sucesso, incluindo duas músicas autorais, uma paródia, um clipe e abertura do show do One Direction. Gualter relata da formação a interrupção de uma banda que teve o sucesso merecido enquanto durou.

O personagem que eu mais gostei foi Paulão, pai de Pedro e também empresário da banda. O narrador conta como o paizão de todos fez com que eles trabalhassem e estudassem ao mesmo tempo. Relata o cuidado dos pais e suas reuniões secretas e negativas de trabalho que somente depois a turma saberia. Tudo para que a brincadeira não se tornasse um pesadelo.

Além da fama, há uma pitada de romance, um pouco sobre os problemas de álcool, tudo de maneira bem descontraída e ao mesmo tempo assumindo a responsabilidade de tratar de assuntos sérios. Thalita Rebouças nos conquista com mais um livro e está novamente de parabéns por ele. Seu público é adolescente e ela consegue escrever de tudo e mais um pouco em uma linguagem direta e divertida. Como a própria escritora é.

Recomendadíssimo! E dessa vez os meninos também vão gostar, já que houve reclamações com a própria autora de que ela só escrevia para as mocinhas.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Petiscos - Máscara


Não importa qual reality show estamos vendo, sempre ouviremos "sua máscara caiu"! Interessante essa expressão! Máscara encobre o rosto e consequentemente esconde a verdade. Você pode se tornar o personagem que quiser. Porém, se a máscara cair será revelado todo o seu caráter e não terá como fingir ser o que não é.

Um livro que que nos remete a essas amostras das realidades, claro de um jeito bem cruel, é a série Jogos Vorazes. Nele, o grande público acompanha o dia-a-dia de pessoas que lutam para serem os sobreviventes no final. Seja qual for sua máscara, você teria que literalmente matar seus oponentes para serem os vencedores. Eu me lembro de que, mesmo na questão "vida ou morte", o casal principal dos livros faz o joguinho tão batido de todos os BBBs da vida: formação de casal.

Vestindo uma máscara você pode ser ou fazer dos outros marionetes em um game que as pessoas muitas vezes preferem ver a assistir novelas apelativas. Pena que toda semana tem votação e todos ficam brincando de querer ser o mais verdadeiro possível. 

Em um mundo de faz de conta que estamos vivendo numa arena dos vorazes jogos mata a mata, quem dera uma máscara pudesse nos fazer esquecer a crueldade da realidade? É por essas e outras que esconder é passageiro, uma hora nem você consegue fingir ser uma peça no tabuleiro de um jogo cruel. 

Iremos Adejar por aí. Dar pequenos voos, singelos, discretos. De olho na realidade mas confiando que no fim tudo será diferente. Ah se será...

Virgínia Pellegrinelli 
29/09/2017

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Petiscos - Foto 3x4


Infeliz o inventor da tal foto 3x4 que serve para tudo. Identidade, CNH, Passaporte, crachá de identificição no serviço, carteira de Ordens e Conselhos, carteira de clubes, carteirinha de estudante,..., ufa! Intermináveis exemplos.

Feliz para quem trabalha com isso. Há aqueles que consertam com fotoshop e ainda fazem efeitos especiais. Tudo para garantir o mínimo de insatisfação dos clientes. Não há como ficar bom. Foto séria, fundo branco e demais picuinhas exigidas, que todos fatalmente um dia experimentarão.

Para acabar de vez com a esperança da foto sair simpática, pelo menos, a modernidade não ajudou. As fotos são tiradas, ao vivo, na maioria das repartições responsáveis. A última que eu tirei fui atendida por um homem que nem sequer me deixou respirar e deu um OK na dita cuja. Enquanto suas colegas mulheres, que entendem a diferença entre cabelo atrás da orelha ou não, deixavam minhas coleguinhas olharem e até repetirem foto.

Não que eu seja vaidosa ou tenha esperança da foto sair apresentável. Agora quando for fazer qualquer documento solicitarei atendente mulher que entende o sacrifício que apenas nós, sofredoras, passamos.

Virgínia Pellegrinelli 
28/09/2017

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Sobremesa - O mínimo para viver


Ingredientes: 

1- Anorexia;
2- Desajustes familiares;
3- Medicina não convencional.

Modo de fazer:

Uma jovem de 20 anos, com uma família completamente desajustada, sofre de Anorexia. Sua madrasta a leva para conhecer um médico não tradicional que a interna em uma casa com outros pacientes com distúrbios alimentares. O filme é um contraste entre a relação da família e a construção de amizades e cumplicidades entre os pacientes. Ao longo do tratamento uma decisão deve ser tomada.

Confesso que esperava mais do filme. O foco foi muito na aceitação da doença e não em sua superação. Tenho raiva do pai, que de tão ausente nem existe ator para fazer o papel. Por sua vez a irmã deveria ter um lugar maior nesse universo, já que é a única que não se mostra egoista, como o próprio médico diz.

O filme é impactante mas poderia ter sido mais bem desenvolvido. Valeu nossa "sobremesa", mas fico na dúvida se jovens com esse problema deveriam assistir a um filme assim. Deixo para os especialistas no assunto se manifestarem.